Esperar que tudo se cumpra... chorar por não termos atingido nenhum dos nossos objectivos? Para quê? Devemos sim procurar renovar connosco, fixar objectivos realistas, que sabemos que podemos cumprir.
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Ano novo... intenções novas?
A transição entre um ano e outro é geralmente aproveitada para formular desejos e enumerar uma série de boas intenções a cumprir antes da próxima passagem. Devia servir antes para procurar resolver tudo o que não se cumpriu no ano que finaliza.
Não vale a pena formular desejos e esperar que se realizem sem procurarmos realmente actuar em conformidade com os mesmos. Não esperem que as vossas intenções de ano novo se cumpram sozinhas. Toda a acção futura é condicionada pela presente. Perante os diversos caminhos que se nos oferecem, devemos escolher o mais acertado, ponderando os factores que neles poderão contribuir para a realização dos nossos desejos e o cumprimento das nossas intenções.
Esperar que tudo se cumpra... chorar por não termos atingido nenhum dos nossos objectivos? Para quê? Devemos sim procurar renovar connosco, fixar objectivos realistas, que sabemos que podemos cumprir.
Esperar que tudo se cumpra... chorar por não termos atingido nenhum dos nossos objectivos? Para quê? Devemos sim procurar renovar connosco, fixar objectivos realistas, que sabemos que podemos cumprir.
segunda-feira, outubro 25, 2010
Esperando que aconteça
As pessoas têm estado mais activas. Sim não estou a ser enganador. Devo é esclarecer.
As pessoas têm estado mais activas a pedir. Rezam a Deus para que conceda determinada graça, cobram e pagam promessas, pedem mais envio de reiki à distância. Os pedidos têm sido muitos.
Infelizmente, parece que não percebem que não funciona apenas assim. Todos gostaríamos de pedir e ver resultados positivos sem ter de trabalhar para isso. Espera-se que aconteça o milagre, assim, sem mais nem menos, sem contribuir para isso.
Nós construímos o nosso futuro, a nossa vida diariamente a cada segundo que passa. O nosso presente é consequência do nosso passado e determinará o nosso futuro.
O caminho que trilhamos hoje, as escolhas que fazemos vão influenciar de sobremaneira as nossas acções.
Assim sendo, porque pedir se viramos a cara a quem nos pede ajuda? Ajudar o próximo é com certeza a melhor forma de "pagar promessas" (expressão que não compreendo de todo), de receber a graça que nós próprios oferecemos ao outro.
Mas na maior parte dos casos gostamos de esperar. Vou rezar mais um pouco e esperar, não vou agir. Peço trabalho, mas não saio à procura dele, por exemplo. espero que me bata à porta.
Há dias vi umas imagens que me deixaram revoltado. Uma jovem refilou com um homem fura filas no metro em Roma se não me engano. Pois o resultado foi levar com um murro e ficar no chão em coma sem nenhuma assistência. As pessoas passavam, olhavam para ela, até paravam, mas não ajudavam. Quando finalmente chegaram os paramédicos, ela já tinha morrido.
Ora digam-me... como receber aquilo que não damos aos outros?
As pessoas têm estado mais activas a pedir. Rezam a Deus para que conceda determinada graça, cobram e pagam promessas, pedem mais envio de reiki à distância. Os pedidos têm sido muitos.
Infelizmente, parece que não percebem que não funciona apenas assim. Todos gostaríamos de pedir e ver resultados positivos sem ter de trabalhar para isso. Espera-se que aconteça o milagre, assim, sem mais nem menos, sem contribuir para isso.
Nós construímos o nosso futuro, a nossa vida diariamente a cada segundo que passa. O nosso presente é consequência do nosso passado e determinará o nosso futuro.
O caminho que trilhamos hoje, as escolhas que fazemos vão influenciar de sobremaneira as nossas acções.
Assim sendo, porque pedir se viramos a cara a quem nos pede ajuda? Ajudar o próximo é com certeza a melhor forma de "pagar promessas" (expressão que não compreendo de todo), de receber a graça que nós próprios oferecemos ao outro.
Mas na maior parte dos casos gostamos de esperar. Vou rezar mais um pouco e esperar, não vou agir. Peço trabalho, mas não saio à procura dele, por exemplo. espero que me bata à porta.
Há dias vi umas imagens que me deixaram revoltado. Uma jovem refilou com um homem fura filas no metro em Roma se não me engano. Pois o resultado foi levar com um murro e ficar no chão em coma sem nenhuma assistência. As pessoas passavam, olhavam para ela, até paravam, mas não ajudavam. Quando finalmente chegaram os paramédicos, ela já tinha morrido.
Ora digam-me... como receber aquilo que não damos aos outros?
[imagem: Hugo Dias - solidão ]
terça-feira, setembro 28, 2010
ano novo
Namaste!
Ano novo não solar ou lunar mas sim escolar. Para muitos mais importante que os outros dois, pois dele depende sucesso para uma vida laboral mais profícua.
Não se esqueçam que não devem procurar o caminho mais fácil.
Apenas se aprende com trabalho, e a recompensa é sempre mais compensadora do que se tentarmos contornar as regras.
A aprendizagem sempre foi sinónimo de esforço, dedicação, algumas derrotas, mas muitas vitórias.
A aprendizagem fica muito mais bela se lhe acrescentarmos solidariedade para com os colegas e professores, entre-ajuda.
Um bom ano lectivo para todos quer estejam directa ou indirectamente implicados.
Ano novo não solar ou lunar mas sim escolar. Para muitos mais importante que os outros dois, pois dele depende sucesso para uma vida laboral mais profícua.
Não se esqueçam que não devem procurar o caminho mais fácil.
Apenas se aprende com trabalho, e a recompensa é sempre mais compensadora do que se tentarmos contornar as regras.
A aprendizagem sempre foi sinónimo de esforço, dedicação, algumas derrotas, mas muitas vitórias.
A aprendizagem fica muito mais bela se lhe acrescentarmos solidariedade para com os colegas e professores, entre-ajuda.
Um bom ano lectivo para todos quer estejam directa ou indirectamente implicados.
terça-feira, agosto 03, 2010
aqui estou
segunda-feira, maio 24, 2010
Ritos de passagem
Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees? O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda. Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.

Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'. Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Se você gostou desta história, repasse-a.
E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco. Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
(Disponibilizado por Carmen Popa, num jogo no qual partilhamos a tribo)
sábado, abril 03, 2010
Páscoa

Não há Entrudo sem Lua Nova, nem Páscoa sem Lua Cheia
Já tinham com certeza ouvido este ditado... sabedoria popular, bem mais antiga que a Páscoa judaica ou cristã.
De facto, o Carnaval era para os romanos a festa de fim-de-ano. Uma festa que não se festejava pois era a festa da morte, da purificação... e acontecia numa lua nova., entre duas outras festas importantes. Oferendas e orações em troca de boas colheitas na primavera.
Uns tempos antes, como já aqui referi noutro post, festejava-se a saturnália, (solstício de inverno no hemisfério norte, quando a noite vence o dia) onde todos eram livres, inclusive os escravos, e os romanos mascaravam-se e divertiam-se. Nesta data pedia-se aos deuses a bondade do inverno. E mais tarde no Concílio de Niceia (325 d.c.) foi substituído pelo Natal.
Na primeira lua cheia após o início da Primavera ficou marcada a Páscoa. mas uns tempos antes festejava-se a ressureição da vida sobre a morte, isto é, da natureza florescente sobre a natureza morta do inverno... festejava-se o nascer das colheitas, das árvores e das flores que trariam sustento.
Cristo terá renascido uns dias depois do equinócio da Primavera (quando dia e noite têm a mesma duração, 21 de Março). O mesmo Concílio determinou então que seria na primeira lua cheia depois do início da primavera seria a Páscoa... 40 dias antes a Quaresma (carnaval pagão, os últimos jubilos antes do jejum e oração).
O acerto do calendário humano com o do sol tem progressivamente empurrado a Páscoa para o verão.
Acreditando-se ou não na ressureição de um homem para o salvamento de muitos, a festa foi sempre da glória da vida sobre a morte.
De facto, o Carnaval era para os romanos a festa de fim-de-ano. Uma festa que não se festejava pois era a festa da morte, da purificação... e acontecia numa lua nova., entre duas outras festas importantes. Oferendas e orações em troca de boas colheitas na primavera.
Uns tempos antes, como já aqui referi noutro post, festejava-se a saturnália, (solstício de inverno no hemisfério norte, quando a noite vence o dia) onde todos eram livres, inclusive os escravos, e os romanos mascaravam-se e divertiam-se. Nesta data pedia-se aos deuses a bondade do inverno. E mais tarde no Concílio de Niceia (325 d.c.) foi substituído pelo Natal.
Na primeira lua cheia após o início da Primavera ficou marcada a Páscoa. mas uns tempos antes festejava-se a ressureição da vida sobre a morte, isto é, da natureza florescente sobre a natureza morta do inverno... festejava-se o nascer das colheitas, das árvores e das flores que trariam sustento.
Cristo terá renascido uns dias depois do equinócio da Primavera (quando dia e noite têm a mesma duração, 21 de Março). O mesmo Concílio determinou então que seria na primeira lua cheia depois do início da primavera seria a Páscoa... 40 dias antes a Quaresma (carnaval pagão, os últimos jubilos antes do jejum e oração).
O acerto do calendário humano com o do sol tem progressivamente empurrado a Páscoa para o verão.
Acreditando-se ou não na ressureição de um homem para o salvamento de muitos, a festa foi sempre da glória da vida sobre a morte.
Desejo-vos a todos uma Páscoa Feliz!!
Uma Páscoa repleta de renascimentos.
Jguerra
Uma Páscoa repleta de renascimentos.
Jguerra
terça-feira, março 16, 2010
The OM
Já aqui falei nele, mais do que ma vez. Mas deparei-me com este vídeo que encheu os meus sentidos. Não podia deixar de partilhá-lo convosco. espero que o apreciem tanto (ou mais) como eu.
Namaste
Namaste
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Nelson Mandela
Singela homenagem ao defensor da liberdade, igualdade e fraternidade entre raças. Faz 20 anos que foi libertado da prisão o símbolo da luta contra o apartheid. Merece que nos lembremos dele.
terça-feira, janeiro 12, 2010
Os 4 acordos - revista Namastê (excerto do livro "Os 4 acordos" de D. Miguel Ruiz)
Caros companheiros. Passaram as festas, os encontros e desencontros, os rituais, as alegrias e as poucas (espero) tristezas deste período que honra a vida, a renovação.
E que bruto... esqueci-me... BOM ANO! Devem ter reparado que desta vez não celebrei no blog este período. Foi propositado. Depois, noura altura, explico.
Interessa-me a renovação e os compromissos para um ano novo. deixo-vos algumas sugestões.
E que bruto... esqueci-me... BOM ANO! Devem ter reparado que desta vez não celebrei no blog este período. Foi propositado. Depois, noura altura, explico.
Interessa-me a renovação e os compromissos para um ano novo. deixo-vos algumas sugestões.

1- NÃO SUPONHAS
Não dês nada por suposição,
se tiveres dúvidas; Pergunta.
Supor faz-te criar histórias incríveis que só envenenam a tua Alma e que não têm fundamento.
2- HONRA A TUA PALAVRA
O que sai da tua boca é o que realmente tu és.
Se não honrares a tua palavra estás a ser desonesto para contigo mesmo e assim não te Amas.
Sê autêntico respeita os outros e a ti mesmo.
3- FAZ SEMPRE O MELHOR
Se sempre fizeres o melhor de ti, nunca poderás recriminar-te ou arrependeres-te de nada.
4- NÃO TOMES NADA DE FORMA PESSOAL
Nem a pior ofensa;
Nem o pior desaire;
Nem a mais grave ferida.
Sempre que alguém te ofender, esse alguém em boa medida está a ofender-se a ele mesmo. por isso o problema é dele e não teu ... quando olhamos com olhos de criança talvez entendamos como é este jogo de viver e evoluir.
Lido em http://cantinhodoreikidocarlos.blogspot.com/2009/10/os-4-acordos-revista-namaste-extrato-do.html
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Os 3 últimos desejos de Alexandre, o Grande
Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:- que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
- que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e
- que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados,aqui permanecem;
- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
(Encontrado no perfil de Carmen Popa, num jogo no qual partilhamos a tribo)
Por isso se deve procurar elevar a mente.
Caminhamos para a Luz em cada minuto que passa e, não obstante, damos mais importância ao mundo físico. Devemos, por isso, relevar a família, os amigos, o próximo. Abençoar cada dia que passa auxiliando o próximo e todo e qualquer ser, não esquecendo que como somos e como eles são, é da nossa responsabilidade também.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
THE CHARTER FOR COMPASSION
Com o obejctivo de união entre povos, credos, raças... surge este movimento. Espero que possa ter sucesso para a elevação mental e espiritual da humanidade.
quinta-feira, novembro 26, 2009
Amizade

"Para mim a amizade é ter amigos, conviver com os outros, ter pessoas com quem brincar. ter contacto com amigos que estejam longe, colegas amigos a fazer trabalhos de grupo com pouca discussão...
No fundo, para mim, a amizade não é conhecer pessoas no msn, no hi5 ou no facebook e depois estarem lá só a empatar porque nem se lhes fala, não é para fazer corrida de amigos no hi5 para ver quem fica com mais, não. para mim, a amizade é uma cor viva do género amarelo, a amizade consiste, para mim, em amor."
domingo, novembro 22, 2009
Amor Universal_4. Por fim
Ora bem, disseram que eu estava a ter um discurso dual, levado pela razão e não pela emoção. Não que me ofenda com isso, de maneira nenhuma. Respeito opiniões, pontos de vista, modos de ver o mundo diferente dos meus. A razão e emoção completam-se nas nossas encruzilhadas, caso contrário as opções seriam sempre dificultadas.

Respeito a tolerância, o livre-arbítrio. Não vejo os nossos caminhos como pré-traçados. Isso faz-me recordar as tragédias gregas, nas quais as personagens nada podiam fazer para escapar ao seu destino, por mais cruel que ele fosse.
Todos temos direito à opção entre o yin e o yang, princípios que equilibram o mundo energético, espiritual e material, ainda que devêssemos estar em perfeita harmonia entre um e outro. E sim, existindo o amor, também existe o ódio, seu irmão. E sim, existindo luz, também existem as trevas. Não as encaro é como a maior parte. Não acredito no inferno, nem em terras de demo para onde são levados os impuros. O inferno corresponde à roda da vida, às sucessivas reencarnações para atingirmos a limpeza Kármica, a iluminação.
Nesse caminho, o Amor Universal acompanha-nos, auxilia-nos. A força da compaixão não nos abandona, dando-nos as oportunidades que precisamos. Por isso, não acredito na exclusão de uns para benefício de outros. Na permanência dos "iluminados", isto é que atingiram o nirvana, e na transmutação de planeta de outros, ou outra coisa semelhante. Todos temos direito, todos mercemos respeito e cada forma de vida merece. Uns levarão mais tempo a atingir a iluminação, outros menos. Uns terão mais dificuldade daqui a uns anos, outros não.
Não é o discurso do medo. Medo de não atingir a plenitude a tempo. Como disse não tenho medo da luz. Se Miguel, o Arcanjo, aparecesse na minha frente e por não aguentar as suas ondas vibratórias de luz eu tivesse de morrer, por que razão morrer com medo. Morreria abençoado. No entanto, acredito que se ele aparecesse à minha fente não me quereria morto. Por que razão se manifestar então?
De qualquer modo, encaro com tranquilidade o que há para vir. O futuro só daqui a segundos o conhecerei, por que razão devo pautar a minha vida por aquilo que pode vir a acontecer? Não será isso viver num medo constante do que nos reserva a vida e as nossas escolhas?
São modos de ver a Luz, a energia cósmica, o Amor Universal. São modos diferentes de a encarar, a Luz permanece a mesma. Qual a mais acertada? Não sei. Apenas sigo o meu caminho. Não pretendo guerra de credos. Já existem suficientes credos que olhando para a mesma Luz condenam aquele que não olha exactamente do mesmo lado e com os mesmos olhos. Excluem os que não seguem, os que não se iluminam. Ninguém pode afirmar que está certo ou errado, nem procurar impor as suas escolhas a outros ou acusá-los de factos que o ultrapassam ao invés de lhe mostar modos de acção.
Caminhos diferentes de iluminação, modos diferentes de transmissão, acompanhamento diferente dos outros seres deste planeta. Mas ambos caminham para a luz, ambos seguem caminhos espirituais e, por isso, ambos são em certa medida swamis.
Porém uma certeza tenho: a filosofia do Samadhi que me foi dada a conhecer não se compadece com a minha forma de vida, com a minha maneira de encarar a Luz, a relação com os outros. Não condeno quem acredite. Respeito. É o mínimo que posso pedir.

Respeito a tolerância, o livre-arbítrio. Não vejo os nossos caminhos como pré-traçados. Isso faz-me recordar as tragédias gregas, nas quais as personagens nada podiam fazer para escapar ao seu destino, por mais cruel que ele fosse.
Todos temos direito à opção entre o yin e o yang, princípios que equilibram o mundo energético, espiritual e material, ainda que devêssemos estar em perfeita harmonia entre um e outro. E sim, existindo o amor, também existe o ódio, seu irmão. E sim, existindo luz, também existem as trevas. Não as encaro é como a maior parte. Não acredito no inferno, nem em terras de demo para onde são levados os impuros. O inferno corresponde à roda da vida, às sucessivas reencarnações para atingirmos a limpeza Kármica, a iluminação.
Nesse caminho, o Amor Universal acompanha-nos, auxilia-nos. A força da compaixão não nos abandona, dando-nos as oportunidades que precisamos. Por isso, não acredito na exclusão de uns para benefício de outros. Na permanência dos "iluminados", isto é que atingiram o nirvana, e na transmutação de planeta de outros, ou outra coisa semelhante. Todos temos direito, todos mercemos respeito e cada forma de vida merece. Uns levarão mais tempo a atingir a iluminação, outros menos. Uns terão mais dificuldade daqui a uns anos, outros não.
Não é o discurso do medo. Medo de não atingir a plenitude a tempo. Como disse não tenho medo da luz. Se Miguel, o Arcanjo, aparecesse na minha frente e por não aguentar as suas ondas vibratórias de luz eu tivesse de morrer, por que razão morrer com medo. Morreria abençoado. No entanto, acredito que se ele aparecesse à minha fente não me quereria morto. Por que razão se manifestar então?
De qualquer modo, encaro com tranquilidade o que há para vir. O futuro só daqui a segundos o conhecerei, por que razão devo pautar a minha vida por aquilo que pode vir a acontecer? Não será isso viver num medo constante do que nos reserva a vida e as nossas escolhas?
São modos de ver a Luz, a energia cósmica, o Amor Universal. São modos diferentes de a encarar, a Luz permanece a mesma. Qual a mais acertada? Não sei. Apenas sigo o meu caminho. Não pretendo guerra de credos. Já existem suficientes credos que olhando para a mesma Luz condenam aquele que não olha exactamente do mesmo lado e com os mesmos olhos. Excluem os que não seguem, os que não se iluminam. Ninguém pode afirmar que está certo ou errado, nem procurar impor as suas escolhas a outros ou acusá-los de factos que o ultrapassam ao invés de lhe mostar modos de acção.
Caminhos diferentes de iluminação, modos diferentes de transmissão, acompanhamento diferente dos outros seres deste planeta. Mas ambos caminham para a luz, ambos seguem caminhos espirituais e, por isso, ambos são em certa medida swamis.
Porém uma certeza tenho: a filosofia do Samadhi que me foi dada a conhecer não se compadece com a minha forma de vida, com a minha maneira de encarar a Luz, a relação com os outros. Não condeno quem acredite. Respeito. É o mínimo que posso pedir.
sexta-feira, novembro 20, 2009
Amor Universal_3. Regressando ao motivo
Regressando ao motivo, isto é, as conversas de sexta-feira 13/11. O primeiro tema foi o da ascenção, associado ao 2012.
Para quem não sabe, 2012 é o último ano do último calendário construído pela civilização Maia, que como sabem, não teve tempo de prosperar nem de poder continuar seus ritos e mitos, sua civilização, porque foi selvagicamente perseguida pelos conquistadores na sua busca incessante pelo ouro.
A essa data foi progressivamente associada o fim do mundo como o conhecemos. Grandes cataclismos naturais (ou menos naturais), segundo uns, mudança de dimensão energética, segundo outros, inundando o mundo do Amor Universal. Quer uns, quer outros, acreditam que parte da humanidade deixará de viver neste planeta: ou porque morre devido aos cataclismos, ou porque é transmutado para outros planetas cuja dimensão energética esteja consonante.

Ora bem, o problema é que o calendário Maia não profetiza o fim do mundo. Os calendários daquela civilização eram construídos segundo ciclos lunares ou de Vénus, em períodos mais ou menos longos (cf http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia e http://pessoas.hsw.uol.com.br/calendario-maia.htm para os mais leigos) e um final de ciclo correspondia necessariamente a mudanças mais abruptas (fim de dinastias, guerras internas ou externas, etc.), tal como nós marcamos os ciclos da nossa evolução histórica. Eram, por conseguinte, não só métodos precisos de marcar o tempo, mas igualmente para marcar períodos históricos daquela civilização, sendo (re)construídos, segundo previsões astronómicas. Eram almanaques (estilo Bord'Água) para alguns artesães e agricultores.
A questão do fim do mundo ficou-lhe associada devido à precisão como surgem determinados momentos da evolução do planeta. Não existindo outro que siga, então é porque não haveria mundo. Não obstante, não podemos esquecer as variadas profecias que diziam que o mundo ia acabar em 2000. Nem que os Maias levavam anos a produzir um calendário e que quando um ciclo acabava esperavam sempre uns anos para recomeçar o seguinte. O problema surge precisamente no facto da civilização Maia ter deixado de existir, não podendo continuar o seu trabalho.
Agora, isto não quer dizer que não credite que o planeta caminha para mudanças profundas. Para um mundo mais espiritual, fraternos e compassivo. Mas não acredito em cataclismos, nem em seres de outros planetas que nos estejam a observar, esperando 2012, e ver se evoluímos ou não para a quinta dimensão da luz. Desculpem, mas não consigo... a minha jornada na luz intui-me que não.
Para quem não sabe, 2012 é o último ano do último calendário construído pela civilização Maia, que como sabem, não teve tempo de prosperar nem de poder continuar seus ritos e mitos, sua civilização, porque foi selvagicamente perseguida pelos conquistadores na sua busca incessante pelo ouro.
A essa data foi progressivamente associada o fim do mundo como o conhecemos. Grandes cataclismos naturais (ou menos naturais), segundo uns, mudança de dimensão energética, segundo outros, inundando o mundo do Amor Universal. Quer uns, quer outros, acreditam que parte da humanidade deixará de viver neste planeta: ou porque morre devido aos cataclismos, ou porque é transmutado para outros planetas cuja dimensão energética esteja consonante.

Ora bem, o problema é que o calendário Maia não profetiza o fim do mundo. Os calendários daquela civilização eram construídos segundo ciclos lunares ou de Vénus, em períodos mais ou menos longos (cf http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia e http://pessoas.hsw.uol.com.br/calendario-maia.htm para os mais leigos) e um final de ciclo correspondia necessariamente a mudanças mais abruptas (fim de dinastias, guerras internas ou externas, etc.), tal como nós marcamos os ciclos da nossa evolução histórica. Eram, por conseguinte, não só métodos precisos de marcar o tempo, mas igualmente para marcar períodos históricos daquela civilização, sendo (re)construídos, segundo previsões astronómicas. Eram almanaques (estilo Bord'Água) para alguns artesães e agricultores.
A questão do fim do mundo ficou-lhe associada devido à precisão como surgem determinados momentos da evolução do planeta. Não existindo outro que siga, então é porque não haveria mundo. Não obstante, não podemos esquecer as variadas profecias que diziam que o mundo ia acabar em 2000. Nem que os Maias levavam anos a produzir um calendário e que quando um ciclo acabava esperavam sempre uns anos para recomeçar o seguinte. O problema surge precisamente no facto da civilização Maia ter deixado de existir, não podendo continuar o seu trabalho.
Agora, isto não quer dizer que não credite que o planeta caminha para mudanças profundas. Para um mundo mais espiritual, fraternos e compassivo. Mas não acredito em cataclismos, nem em seres de outros planetas que nos estejam a observar, esperando 2012, e ver se evoluímos ou não para a quinta dimensão da luz. Desculpem, mas não consigo... a minha jornada na luz intui-me que não.
terça-feira, novembro 17, 2009
Amor Universal_2. A Compaixão
A Compaixão é um sentimento de pleno Amor, que resulta na compreensão do estado emocional do outro, conduzindoo ser compassivo a compartilhar esse sofrimento de forma a minorá-lo. É acompanhar e auxiliar os seus semelhantes na tentativa incessante de quebrar esse estado, de trazer luz.
No Oriente, o ser compassivo por exelência é Kwan Yin, a salvadora compassiva. Segundo os sutras, uma princesa chinesa que viveu aproximadamente 700 a.c. terá recusado a sua iluminação, o êxtase do nirvana, e por conseguinte o fim da roda da vida, ao ouvir os gritos do mundo, as lamentações da humanidade. Regressou então para auxiliar os seus irmãos na caminhada da sua evolução, nas resoluções dos seus Karmas.
«Ela é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão e é chamada de "Bodhisattva de mil olhos, de mil braços". Nessa forma, ela representa a mãe omnipresente, olhando simultaneamente em todas as direcções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia»
A força da Compaixão é poderosa. Aprende-se a usá-la, conjuntamente com a do Amor Universal, no sistema Karuna. Auxilia a iluminação das almas, levando a humanidade a reconhecer seus erros, seus actos para com os outros.
Conjuntamente com a Energia Universal do Amor, opera mudanças no modo como nos encaramos e como encaramos os outros e as relações entre nós e os outros.
Vigia-nos de modo a auxiliar-nos, não nos abandona nos momentos de aflição, ainda que pareça que sim.
No Oriente, o ser compassivo por exelência é Kwan Yin, a salvadora compassiva. Segundo os sutras, uma princesa chinesa que viveu aproximadamente 700 a.c. terá recusado a sua iluminação, o êxtase do nirvana, e por conseguinte o fim da roda da vida, ao ouvir os gritos do mundo, as lamentações da humanidade. Regressou então para auxiliar os seus irmãos na caminhada da sua evolução, nas resoluções dos seus Karmas.
«Ela é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão e é chamada de "Bodhisattva de mil olhos, de mil braços". Nessa forma, ela representa a mãe omnipresente, olhando simultaneamente em todas as direcções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia»
A força da Compaixão é poderosa. Aprende-se a usá-la, conjuntamente com a do Amor Universal, no sistema Karuna. Auxilia a iluminação das almas, levando a humanidade a reconhecer seus erros, seus actos para com os outros.
Conjuntamente com a Energia Universal do Amor, opera mudanças no modo como nos encaramos e como encaramos os outros e as relações entre nós e os outros.
Vigia-nos de modo a auxiliar-nos, não nos abandona nos momentos de aflição, ainda que pareça que sim.
domingo, novembro 15, 2009
Amor Universal_1. Introdução
Estive na sexta passada num pequeno encontro, conversas soltas em torno de temas colocados por um (auto-intitulado) Swami.
Para quem não sabe o que é um Swami, pode consultar a wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Swami_Vivekananda e http://pt.wikipedia.org/wiki/Swami). Em traços gerais, swami provem do Hinduísmo e é um título reconhecido do mestre espiritual, é aquele que sabe e mestre de si próprio, livre dos sentidos.
É portanto, uma pessoa de grande mérito espiritual, reconhecido pela sua comunidade, que segue o caminho dos Deuses, da Sabedoria, da Clarividência, do Amor Universal. Alguém que como Buda (inicialmente hinduísta) procura livrar-se dos sentidos terrenos, elevar-se espiritualmente, acabar com o sofrimento, procura a via da iluminação.
Esta demanda não tem motivos individuais, de favorecimento pessoal, de enriquecimento pessoal, etc. Demanda-se para auxiliar os seus semelhantes. É uma demanda inclusiva e não exclusiva; ensina-se a via ao invés de a proclamar, resgasta-se os que se desviam em prol do Amor Universal, da Compaixão, do Equilíbrio Cósmico que inclui todos e não apenas alguns.
Para o Amor Universal não existem humanos de segunda e outros de primeira. Todos são iguais perante a luz do Universo, todos têm as mesmas possibilidades, todos são respeitados e amados.
Ao Amor Universal associamos o respeito pelo outro, a Compaixão (cuja força é usada nos sistemas Karuna), que tem o poder de libertar, de elevar, de auxiliar.
Força poderosa personificada em Quan Yin pelos Orientais, a Deusa mãe que resgata e salva os marinheiros dos abismos dos mares (passo a metáfora), de forma a conduzi-los para terra (para a Luz).
É portanto, uma pessoa de grande mérito espiritual, reconhecido pela sua comunidade, que segue o caminho dos Deuses, da Sabedoria, da Clarividência, do Amor Universal. Alguém que como Buda (inicialmente hinduísta) procura livrar-se dos sentidos terrenos, elevar-se espiritualmente, acabar com o sofrimento, procura a via da iluminação.
Esta demanda não tem motivos individuais, de favorecimento pessoal, de enriquecimento pessoal, etc. Demanda-se para auxiliar os seus semelhantes. É uma demanda inclusiva e não exclusiva; ensina-se a via ao invés de a proclamar, resgasta-se os que se desviam em prol do Amor Universal, da Compaixão, do Equilíbrio Cósmico que inclui todos e não apenas alguns.
Para o Amor Universal não existem humanos de segunda e outros de primeira. Todos são iguais perante a luz do Universo, todos têm as mesmas possibilidades, todos são respeitados e amados.
Ao Amor Universal associamos o respeito pelo outro, a Compaixão (cuja força é usada nos sistemas Karuna), que tem o poder de libertar, de elevar, de auxiliar.
Força poderosa personificada em Quan Yin pelos Orientais, a Deusa mãe que resgata e salva os marinheiros dos abismos dos mares (passo a metáfora), de forma a conduzi-los para terra (para a Luz).
terça-feira, novembro 10, 2009
Citações #12
terça-feira, setembro 15, 2009
mudanças?
Confesso que estou um pouco desapontado. Sempre pensei o Homem aprenderia algo com a crise financeira e económica que vivemos. Apesar disso, começa a vida a melhorar um pouco e recomeça o consumo desenfreado, os créditos, os lucros duvidosos de grandes instituições... os paraísos fiscais que persistem e os comportamentos pouco sérios também.

Confesso que sempre pensei que passaríamos a ter outra visão do mundo, da relação economico-fincanceira, auxiliando o povo a ter uma vida melhor, fomentando as micro, pequenas e médias empresas, resolvendo as precaridades e a pobreza.
Não estou a fazer um discurso político. É verdade que vivemos em campanha eleitoral e não estou a apelar ao voto em partido algum.
É um desabafo que aqui vos deixo.
Porque de queixume estou cansado. De pessoas dizendo que pouco têm para comer mas recebem o ordenado e esbanjam em restaurantes e créditos ao consumo contraídos em tempos de vacas gordas. Porque vejo empresas fecharem e despedirem ou em lay-off aproveitando-se da situação para encher um pouco os bolsos, etc.
Desculpem... um desabafo.

Confesso que sempre pensei que passaríamos a ter outra visão do mundo, da relação economico-fincanceira, auxiliando o povo a ter uma vida melhor, fomentando as micro, pequenas e médias empresas, resolvendo as precaridades e a pobreza.
Não estou a fazer um discurso político. É verdade que vivemos em campanha eleitoral e não estou a apelar ao voto em partido algum.
É um desabafo que aqui vos deixo.
Porque de queixume estou cansado. De pessoas dizendo que pouco têm para comer mas recebem o ordenado e esbanjam em restaurantes e créditos ao consumo contraídos em tempos de vacas gordas. Porque vejo empresas fecharem e despedirem ou em lay-off aproveitando-se da situação para encher um pouco os bolsos, etc.
Desculpem... um desabafo.
quinta-feira, agosto 13, 2009
15 Agosto, Aniversário Mikao Usui
Meus caros,
no próximo dia 15 festeja-se o 144º aniversário de Mikao Usui.
Queria que se juntassem a mim pelas 10h da manhã numa meditação seguida de reiki à Mãe Terra. Basta para tal encontrarem um local no qual possam estar sentados confortavelmente no chão, mãos viradas para o chão, para a terra e que façam Reiki para o bem supremo da Terra.
Não se esqueçam dos princípios filosóficos do reiki, importante legado de Usui, e que devem orientar as nossas acções, mesmo se por vezes parece bem difícil:
Obrigado.
Queria que se juntassem a mim pelas 10h da manhã numa meditação seguida de reiki à Mãe Terra. Basta para tal encontrarem um local no qual possam estar sentados confortavelmente no chão, mãos viradas para o chão, para a terra e que façam Reiki para o bem supremo da Terra.
Não se esqueçam dos princípios filosóficos do reiki, importante legado de Usui, e que devem orientar as nossas acções, mesmo se por vezes parece bem difícil:
"Só por hoje: não me irrito, não me preocupo, sou grato, trabalho arduamente,
sou bondoso para os outros."
sou bondoso para os outros."
Obrigado.
segunda-feira, julho 06, 2009
Solidariedade com o porvo das Honduras
Pedimos a todos os blogues que se unam à solidariedade com o povo hondurenho e que ajudem a romper o bloqueio informativo sobre o que se passa naquele país. Publiquemos este comunicado e divulguemo-lo entre os blogues amigos. Alerta que caminha a espada de Bolívar pela América Latina!
Este blogue condena o golpe de Estado nas Honduras e solidariza-se com o povo hondurenho e com o legitimo presidente Manuel Zelaya. Nesta madrugada, um grupo de militares golpistas invadiu a Casa Presidencial e sequestraram o presidente daquele país. A ministra hondurenha dos Negócios Estrangeiros e os embaixadores de Cuba, da Venezuela e da Nicarágua foram sequestrados à margem da convenção internacional que protege e dá imunidade aos diplomatas. Os militares ocuparam as ruas e avenidas das Honduras. Ocuparam os meios de comunicação social e cortaram a distribuição de electricidade.
Esta foi a resposta da oligarquia à vontade do governo de convocar uma consulta popular para abrir uma Assembleia Constituinte que tomasse o povo hondurenho como protagonista da sua própria história. Manuel Zelaya pagou o preço de ter decidido seguir o caminho de uma verdadeira democracia. O golpe de Estado é tão ilegítimo que a Organização dos Estados Americanos e a União Europeia já condenaram aquela acção. Manuel Zelaya foi eleito pelo povo hondurenho em 2005 e o seu mandato termina no próximo ano.
Todos recordamos o golpe de Estado contra Salvador Allende e o povo chileno. Os militares liderados por Pinochet e pela CIA afogaram o Chile em sangue. Todos recordamos o golpe de Estado executado pela oligarquia venezuelana com o apoio do imperialismo contra Hugo Chávez e o processo bolivariano. Foi derrotado pela acção do povo venezuelano. E esse exemplo ecoou por todos os países da América Latina que nestes últimos dez anos decidiram segui-lo.
Portanto:
1. Exigimos o respeito pelo mandato do presidente Manuel Zelaya
2. Respeito pela vida e liberdade do governo, de todos os seus apoiantes e dos diplomatas
3. Respeito pela decisão de abrir um processo de consulta popular para constituir um referendo para constituir uma Assembleia Constituinte
4. Um apelo a que os militares estejam do lado do povo, do governo por ele eleito e não do lado da oligarquia e do imperialismo
5. Um apelo à unidade latino-americana em torno de processos democráticas que tenham os povos no centro do poder
6. Que o governo português condene de forma clara o golpe de Estado
7. Que a comunicação social portuguesa apresente as informações sobre os acontecimentos nas Honduras de uma forma objectiva
Este blogue condena o golpe de Estado nas Honduras e solidariza-se com o povo hondurenho e com o legitimo presidente Manuel Zelaya. Nesta madrugada, um grupo de militares golpistas invadiu a Casa Presidencial e sequestraram o presidente daquele país. A ministra hondurenha dos Negócios Estrangeiros e os embaixadores de Cuba, da Venezuela e da Nicarágua foram sequestrados à margem da convenção internacional que protege e dá imunidade aos diplomatas. Os militares ocuparam as ruas e avenidas das Honduras. Ocuparam os meios de comunicação social e cortaram a distribuição de electricidade.
Esta foi a resposta da oligarquia à vontade do governo de convocar uma consulta popular para abrir uma Assembleia Constituinte que tomasse o povo hondurenho como protagonista da sua própria história. Manuel Zelaya pagou o preço de ter decidido seguir o caminho de uma verdadeira democracia. O golpe de Estado é tão ilegítimo que a Organização dos Estados Americanos e a União Europeia já condenaram aquela acção. Manuel Zelaya foi eleito pelo povo hondurenho em 2005 e o seu mandato termina no próximo ano.
Todos recordamos o golpe de Estado contra Salvador Allende e o povo chileno. Os militares liderados por Pinochet e pela CIA afogaram o Chile em sangue. Todos recordamos o golpe de Estado executado pela oligarquia venezuelana com o apoio do imperialismo contra Hugo Chávez e o processo bolivariano. Foi derrotado pela acção do povo venezuelano. E esse exemplo ecoou por todos os países da América Latina que nestes últimos dez anos decidiram segui-lo.
Portanto:
1. Exigimos o respeito pelo mandato do presidente Manuel Zelaya
2. Respeito pela vida e liberdade do governo, de todos os seus apoiantes e dos diplomatas
3. Respeito pela decisão de abrir um processo de consulta popular para constituir um referendo para constituir uma Assembleia Constituinte
4. Um apelo a que os militares estejam do lado do povo, do governo por ele eleito e não do lado da oligarquia e do imperialismo
5. Um apelo à unidade latino-americana em torno de processos democráticas que tenham os povos no centro do poder
6. Que o governo português condene de forma clara o golpe de Estado
7. Que a comunicação social portuguesa apresente as informações sobre os acontecimentos nas Honduras de uma forma objectiva
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