Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

THE CHARTER FOR COMPASSION



Com o obejctivo de união entre povos, credos, raças... surge este movimento. Espero que possa ter sucesso para a elevação mental e espiritual da humanidade.

Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Amizade



"Para mim a amizade é ter amigos, conviver com os outros, ter pessoas com quem brincar. ter contacto com amigos que estejam longe, colegas amigos a fazer trabalhos de grupo com pouca discussão...

No fundo, para mim, a amizade não é conhecer pessoas no msn, no hi5 ou no facebook e depois estarem lá só a empatar porque nem se lhes fala, não é para fazer corrida de amigos no hi5 para ver quem fica com mais, não. para mim, a amizade é uma cor viva do género amarelo, a amizade consiste, para mim, em amor."

Domingo, Novembro 22, 2009

Amor Universal_4. Por fim

Ora bem, disseram que eu estava a ter um discurso dual, levado pela razão e não pela emoção. Não que me ofenda com isso, de maneira nenhuma. Respeito opiniões, pontos de vista, modos de ver o mundo diferente dos meus. A razão e emoção completam-se nas nossas encruzilhadas, caso contrário as opções seriam sempre dificultadas.



Respeito a tolerância, o livre-arbítrio. Não vejo os nossos caminhos como pré-traçados. Isso faz-me recordar as tragédias gregas, nas quais as personagens nada podiam fazer para escapar ao seu destino, por mais cruel que ele fosse.

Todos temos direito à opção entre o yin e o yang, princípios que equilibram o mundo energético, espiritual e material, ainda que devêssemos estar em perfeita harmonia entre um e outro. E sim, existindo o amor, também existe o ódio, seu irmão. E sim, existindo luz, também existem as trevas. Não as encaro é como a maior parte. Não acredito no inferno, nem em terras de demo para onde são levados os impuros. O inferno corresponde à roda da vida, às sucessivas reencarnações para atingirmos a limpeza Kármica, a iluminação.

Nesse caminho, o Amor Universal acompanha-nos, auxilia-nos. A força da compaixão não nos abandona, dando-nos as oportunidades que precisamos. Por isso, não acredito na exclusão de uns para benefício de outros. Na permanência dos "iluminados", isto é que atingiram o nirvana, e na transmutação de planeta de outros, ou outra coisa semelhante. Todos temos direito, todos mercemos respeito e cada forma de vida merece. Uns levarão mais tempo a atingir a iluminação, outros menos. Uns terão mais dificuldade daqui a uns anos, outros não.

Não é o discurso do medo. Medo de não atingir a plenitude a tempo. Como disse não tenho medo da luz. Se Miguel, o Arcanjo, aparecesse na minha frente e por não aguentar as suas ondas vibratórias de luz eu tivesse de morrer, por que razão morrer com medo. Morreria abençoado. No entanto, acredito que se ele aparecesse à minha fente não me quereria morto. Por que razão se manifestar então?

De qualquer modo, encaro com tranquilidade o que há para vir. O futuro só daqui a segundos o conhecerei, por que razão devo pautar a minha vida por aquilo que pode vir a acontecer? Não será isso viver num medo constante do que nos reserva a vida e as nossas escolhas?

São modos de ver a Luz, a energia cósmica, o Amor Universal. São modos diferentes de a encarar, a Luz permanece a mesma. Qual a mais acertada? Não sei. Apenas sigo o meu caminho. Não pretendo guerra de credos. Já existem suficientes credos que olhando para a mesma Luz condenam aquele que não olha exactamente do mesmo lado e com os mesmos olhos. Excluem os que não seguem, os que não se iluminam. Ninguém pode afirmar que está certo ou errado, nem procurar impor as suas escolhas a outros ou acusá-los de factos que o ultrapassam ao invés de lhe mostar modos de acção.

Caminhos diferentes de iluminação, modos diferentes de transmissão, acompanhamento diferente dos outros seres deste planeta. Mas ambos caminham para a luz, ambos seguem caminhos espirituais e, por isso, ambos são em certa medida swamis.

Porém uma certeza tenho: a filosofia do Samadhi que me foi dada a conhecer não se compadece com a minha forma de vida, com a minha maneira de encarar a Luz, a relação com os outros. Não condeno quem acredite. Respeito. É o mínimo que posso pedir.




Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Amor Universal_3. Regressando ao motivo

Regressando ao motivo, isto é, as conversas de sexta-feira 13/11. O primeiro tema foi o da ascenção, associado ao 2012.

Para quem não sabe, 2012 é o último ano do último calendário construído pela civilização Maia, que como sabem, não teve tempo de prosperar nem de poder continuar seus ritos e mitos, sua civilização, porque foi selvagicamente perseguida pelos conquistadores na sua busca incessante pelo ouro.

A essa data foi progressivamente associada o fim do mundo como o conhecemos. Grandes cataclismos naturais (ou menos naturais), segundo uns, mudança de dimensão energética, segundo outros, inundando o mundo do Amor Universal. Quer uns, quer outros, acreditam que parte da humanidade deixará de viver neste planeta: ou porque morre devido aos cataclismos, ou porque é transmutado para outros planetas cuja dimensão energética esteja consonante.



Ora bem, o problema é que o calendário Maia não profetiza o fim do mundo. Os calendários daquela civilização eram construídos segundo ciclos lunares ou de Vénus, em períodos mais ou menos longos (cf http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia e http://pessoas.hsw.uol.com.br/calendario-maia.htm para os mais leigos) e um final de ciclo correspondia necessariamente a mudanças mais abruptas (fim de dinastias, guerras internas ou externas, etc.), tal como nós marcamos os ciclos da nossa evolução histórica. Eram, por conseguinte, não só métodos precisos de marcar o tempo, mas igualmente para marcar períodos históricos daquela civilização, sendo (re)construídos, segundo previsões astronómicas. Eram almanaques (estilo Bord'Água) para alguns artesães e agricultores.

A questão do fim do mundo ficou-lhe associada devido à precisão como surgem determinados momentos da evolução do planeta. Não existindo outro que siga, então é porque não haveria mundo. Não obstante, não podemos esquecer as variadas profecias que diziam que o mundo ia acabar em 2000. Nem que os Maias levavam anos a produzir um calendário e que quando um ciclo acabava esperavam sempre uns anos para recomeçar o seguinte. O problema surge precisamente no facto da civilização Maia ter deixado de existir, não podendo continuar o seu trabalho.

Agora, isto não quer dizer que não credite que o planeta caminha para mudanças profundas. Para um mundo mais espiritual, fraternos e compassivo. Mas não acredito em cataclismos, nem em seres de outros planetas que nos estejam a observar, esperando 2012, e ver se evoluímos ou não para a quinta dimensão da luz. Desculpem, mas não consigo... a minha jornada na luz intui-me que não.

Terça-feira, Novembro 17, 2009

Amor Universal_2. A Compaixão



A Compaixão é um sentimento de pleno Amor, que resulta na compreensão do estado emocional do outro, conduzindoo ser compassivo a compartilhar esse sofrimento de forma a minorá-lo. É acompanhar e auxiliar os seus semelhantes na tentativa incessante de quebrar esse estado, de trazer luz.

No Oriente, o ser compassivo por exelência é Kwan Yin, a salvadora compassiva. Segundo os sutras, uma princesa chinesa que viveu aproximadamente 700 a.c. terá recusado a sua iluminação, o êxtase do nirvana, e por conseguinte o fim da roda da vida, ao ouvir os gritos do mundo, as lamentações da humanidade. Regressou então para auxiliar os seus irmãos na caminhada da sua evolução, nas resoluções dos seus Karmas.

«Ela é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão e é chamada de "Bodhisattva de mil olhos, de mil braços". Nessa forma, ela representa a mãe omnipresente, olhando simultaneamente em todas as direcções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia»

A força da Compaixão é poderosa. Aprende-se a usá-la, conjuntamente com a do Amor Universal, no sistema Karuna. Auxilia a iluminação das almas, levando a humanidade a reconhecer seus erros, seus actos para com os outros.

Conjuntamente com a Energia Universal do Amor, opera mudanças no modo como nos encaramos e como encaramos os outros e as relações entre nós e os outros.

Vigia-nos de modo a auxiliar-nos, não nos abandona nos momentos de aflição, ainda que pareça que sim.

Domingo, Novembro 15, 2009

Amor Universal_1. Introdução

Estive na sexta passada num pequeno encontro, conversas soltas em torno de temas colocados por um (auto-intitulado) Swami.

Para quem não sabe o que é um Swami, pode consultar a wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Swami_Vivekananda e http://pt.wikipedia.org/wiki/Swami). Em traços gerais, swami provem do Hinduísmo e é um título reconhecido do mestre espiritual, é aquele que sabe e mestre de si próprio, livre dos sentidos.

É portanto, uma pessoa de grande mérito espiritual, reconhecido pela sua comunidade, que segue o caminho dos Deuses, da Sabedoria, da Clarividência, do Amor Universal. Alguém que como Buda (inicialmente hinduísta) procura livrar-se dos sentidos terrenos, elevar-se espiritualmente, acabar com o sofrimento, procura a via da iluminação.

Esta demanda não tem motivos individuais, de favorecimento pessoal, de enriquecimento pessoal, etc. Demanda-se para auxiliar os seus semelhantes. É uma demanda inclusiva e não exclusiva; ensina-se a via ao invés de a proclamar, resgasta-se os que se desviam em prol do Amor Universal, da Compaixão, do Equilíbrio Cósmico que inclui todos e não apenas alguns.

Para o Amor Universal não existem humanos de segunda e outros de primeira. Todos são iguais perante a luz do Universo, todos têm as mesmas possibilidades, todos são respeitados e amados.

Ao Amor Universal associamos o respeito pelo outro, a Compaixão (cuja força é usada nos sistemas Karuna), que tem o poder de libertar, de elevar, de auxiliar.

Força poderosa personificada em Quan Yin pelos Orientais, a Deusa mãe que resgata e salva os marinheiros dos abismos dos mares (passo a metáfora), de forma a conduzi-los para terra (para a Luz).




Terça-feira, Novembro 10, 2009

Citações #12

De um poeta fenomenal, múltiplo na escrita e na personalidade:



"Sê plural como o Universo..."

"Para ser grande, sê inteiro..."

"Colhe o dia, porque és ele."

"Ah! Seja para onde for, partir!"

Fernando Pessoa